sexta-feira, 8 de junho de 2012

Açúcar refinado x Açúcar mascavo








Primeiramente: qual a diferença entre os dois tipos?
O açúcar refinado é aquele branquinho que durante sua obtenção é retirado da cana de açúcar e logo após passa por processos de branqueamento e clarificação, sendo usados aditivos químicos nestes. O açúcar mascavo é aquele marrom ou caramelo que é obtido diretamente do caldo de cana recém-extraído.



A tabela acima apresenta algumas diferenças, em alguns casos muito grandes, de valores em nutrientes dos dois tipos de açúcar.


Por que o açúcar mascavo é sempre tão recomendado?
O açúcar mascavo, por não passar por tantos processamentos, conserva em sua composição proteínas, ferro, fósforo, cálcio, vitaminas B1, B2, B3 e C, sódio, potássio e muitos outros nutrientes que o açúcar refinado perde quando processado deixando somente calorias vazias*. A comparação entre os dois tipos deixa clara a vantagem de se ter em uma dieta a presença do açúcar mascavo. Não existe problema em não adotá-lo à dieta também, contando que as porcentagens ideais de nutrientes sejam atingidas por meio de outros alimentos.

Mas eu vou colocar esse açúcar marrom no meu suco?
É possível trocar o açúcar refinado ou cristalizado pelo açúcar mascavo sem medo. Este pode ser utilizado normalmente na confecção de bolos e sucos, mas alterando um pouco o sabor, sendo um pouco mais forte do que o do açúcar refinado.

Eu quero saber é se engorda!
Assim como todos os açúcares engorda sim, mas isso não quer dizer que deve ser eliminado. O açúcar mascavo não deve ser consumido em excesso, e, como tudo na vida, deve ser moderado. A chave para uma vida saudável é justamente o equilíbrio e este não deve fugir à regra. 






*Calorias vazias: fornecem muita energia, mas não fornece nenhum ou quase nenhum nutriente essencial. Está presente na cerveja, balas e batatas fritas.



Referências:
http://www.nutricaoemfoco.com.br/pt-br/site.php?secao=duvidaspublico&pub=342



                                                           Postado por: Natália Bernardes



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